

Uma tese desenvolvida por uma doutoranda da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) afirma que o contradiscurso pode ser mais eficiente contra o discurso de ódio do que apenas a censura.
A publicação “Palavras que ferem, palavras que curam: o discurso de ódio no prisma do feminismo e da pornografia como tensão entre censura, liberdade e democracia”, de Mariana Oliveira de Sá, orientada por Marcelo Campos Galuppo, acaba de vencer o Prêmio Abrafi de Teses 2026, da Associação Brasileira de Filosofia do Direito e Sociologia do Direito.
No trabalho publicado em formato de livro, a pesquisadora explora os campos da liberdade de expressão, manifestações e reproduções de ódio dentro do contexto da pornografia e da desigualdade. Além da objetificação do corpo feminino e erotização da violência.
Para saber mais sobre o trabalho, acesse aqui.
Para ler a publicação na íntegra, acesse o Repositório Institucional da UFMG: https://hdl.handle.net/1843/1689.










